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Dono do sítio em Atibaia não tem renda para bancar compra e

Dono do sítio em Atibaia não tem renda para bancar compra e”

O ex-presidente é investigado pela suspeita de ter recebido presentes das construtoras OAS e Odebrecht em troca de contratos obtidos da Petrobras.

Existem suspeitas de que tais reformas tenham sido efetuadas pela Construtora OAS, que também é alvo nas investigações da Lava Jato.

A perícia traz também foto do ex-presidente no sítio.

Em fevereiro, ÉPOCA revelou que o Instituto Lula passou por uma reforma, cuja regularização foi protocolada na prefeitura de São Paulo pelo arquiteto Paulo Giaquinto, superintendente da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP) e ex-secretário adjunto de Habitação e de Licenciamento na gestão do prefeito Fernando Haddad. "Paulo Gordilho, com conhecimento do presidente da OAS, Léo Pinheiro, e com orientação do ex-presidente Lula e sua esposa, conforme identificado nas comunicações do arquiteto da empreiteira e de Fernando Bittar".

Segundo lê-se no documento, citado pela publicação, "a execução [da reforma na casa de campo] foi coordenada por arquiteto da empreiteira OAS, Sr".

Arquivo da tag: sítio de atibaia

Em conversa divulgada, e anexada aos laudos, entre o executivo Paulo Gordilho, José Aldemário Pinheiro e Léo Pinheiro, ambos da OAS, para que fosse possível a viabilização das reformas no sítio e apartamento - assim como nas demais obras solicitadas pelo casal -, seria necessária a criação de centros de custo. "O ex-presidente sempre agiu dentro da lei antes, durante e depois da Presidência da República, por isso é reconhecido em pesquisas como o melhor presidente da história do Brasil", diz o comunicado.

No final do mês de outubro de 2010, foi assinada a escritura pública de compromisso de compra e venda do imóvel em questão. Lula garante que frequenta o local apenas como amigo.

O laudo aponta mensagens de texto trocadas entre Léo Pinheiro e Gordilho, nas quais este último se refere à propriedade como "fazenda do Lula" e diz que o assunto deve ser tratado com "sigilo absoluto".

No capítulo 'conclusões', o laudo mostra que, em agosto de 2010, mediante contrato particular de compra e venda, o sítio Santa Bárbara foi vendido a Fernando Bittar e Jonas Leite Suassuna Filho para uso da família de Lula.



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