Ciência

Museu nos EUA pede que visitantes parem de caçar Pokémons

Museu nos EUA pede que visitantes parem de caçar Pokémons”

A administração do Museu de Holocausto em Washington critica os jogadores do jogo Pokémon Go que está ganhando enorme popularidade, divulgou CNN na quarta-feira.

O Pókemon Koffing, que faz referência a palavra tossir em inglês, usa um gás venenoso para vencer os adversários. O game sozinho foi responsável por uma alta de mais de 10% nas ações da Nintendo, além de ter levantado mais de R$ 45 milhões em apenas 4 dias desde o seu lançamento (que só ocorreu em três países até agora).

O director de comunicação do museu, Andrew Hollinger, diz que as visitas costumam ter toda a liberdade para utilizar telemóveis e redes sociais, mas que jogar Pokemon Go é ir longe de mais.

Em comunicado, o diretor do museu informou que também entrou em contato com a Niantic para a remoção dos Pokémon do ambiente em respeito à memória das vítimas do holocausto. Assim como vários outros monumentos, o local se tornou um dos chamados "Pokestops", onde os usuários podem recolher itens virtuais gratuitos dentro do jogo.

O jogo, que mistura realidade virtual com lugares reais, tem-se tornado um verdadeiro fenómeno em todo o mundo e os funcionários do museu foram confrontados com casos de pessoas a jogar dentro do edifício e das galerias, procurando apanhar os bonecos animados - pokémons - que formam o objectivo do desafio de os "apanhar a todos", como explica o lema do jogo.

O Cemitério Nacional de Arlington, no estado de Virginia, também tenta proibir o jogo dentro das suas dependências. De acordo com a direção do local, a prática é algo "extremamente inapropriado" em um memorial dedicado às vítimas do nazismo.



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