Medicina

ANS suspende comercialização de 23 planos de saúde, inclusive da Unimed -Rondônia

ANS suspende comercialização de 23 planos de saúde, inclusive da Unimed -Rondônia”

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou que 23 planos de saúde de oito operadoras terão a comercialização suspensa, a partir da próxima sexta-feira, dia 9, em função de reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativas e demora no atendimento. Demora no atendimento, pedidos de consultas e exames negados são as principais reclamações dos usuários.

Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia; Salutar 600. Entre as empresas estão: Salutar Saúde Seguradora S/A, Federação das Sociedades Cooperativas de Trabalho Médico do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima e Unihosp Saúde S.A entre outras. Inclusive, um dos produtos da operadora tem a maior carteira de clientes: o Univida Especial Empresarial Ambulatório + hospit.c/obstetrícia, com 46.605 beneficiários.

Planos suspensos: Plano Básico s/Obstetrícia c/Co-participação Local Ind, Adesão, Especial com Obstetrícia e Plano Especial com Obst sem co-participação.

Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda: Assefaz Safira Apartamento; Assefaz Rubi Apartamento Empresarial; Plano do Empregado Assefaz.

Planos suspensos: Esmeralda Individual, Topázio Individual, América IND QC GR MUN Copar e América IND QC GR MUN Copar e sem OB.

Ribeiro & Silva Plano Odontológico Ltda. Das oito operadoras, seis foram liberadas para voltar a comercializar todos os produtos que estavam suspensos, entre elas a Unimed-Rio, que estava sem poder negociar 18 modalidades de planos, e duas tiveram reativação parcial.

Juntos, os planos de saúde suspensos tem cerca de 167 mil clientes, informa a agência. Um das operadoras suspensas pelo órgão é a goianiense América Planos de Saúde.

O objetivo da medida é impedir novas contratações e, ao mesmo tempo, garantir o atendimento desses beneficiários, uma vez que as operadoras terão de resolver os problemas para que possam receber novos clientes.

Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram cobertura indevidamente podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 250 mil. Segundo a ANS, se melhorarem o serviço prestado e tiverem redução do número de reclamações, as operadoras poderão ter a comercialização liberada no próximo ciclo, daqui a três meses.



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