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Janot: ritmo da Lava Jato no STF está 'mais lento'

O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) decidiu hoje prorrogar por mais um ano a Operação Lava Jato, que investiga o maior esquema de corrupção da história do Brasil.

O Conselho também aprovou, nesta terça (6), a designação dos procuradores da República Renato Silva de Oliveira e Rodrigo Timóteo da Costa e Silva para integrarem a força-tarefa fluminense. Além disso, também foi prorrogado o funcionamento da força-tarefa que atua no Rio de Janeiro com desdobramentos da Lava Jato ligados a esquema de corrupção na Eletronuclear e em obras da usina de Angra 3.

A Lava Jato completou dois anos no último domingo (28) sem nenhum político condenado e apenas dois parlamentares réus em ações penais que ainda estão em fase inicial de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

A força-tarefa, criada em abril de 2014, é composta, além dos onze integrantes fixos, pelo procurador Deltan Dallagnol, que comanda os trabalhos, e mais três colaboradores. As investigações que envolvem políticos na Lava Jato são conduzidos por grupo de trabalho que atua em Brasília, sob supervisão direta de Janot. Entre as suspeitas estão a destinação oculta de um apartamento triplex no Guarujá, no litoral paulista, e a reforma de um sítio em Atibaia (SP), a cargo de empreiteiras investigadas na Lava-Jato. Tribunal não foi feito para formar processo, tribunal foi feito para julgar recurso.

Após falar sobre o ritmo do STF e perguntado se o procurador fazia uma crítica ao foro privilegiado, ele disse: "Na extensão que está [o foro privilegiado] é [uma crítica]".



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