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Pyongyang mantém silêncio sobre lançamento fracassado de míssil

Pyongyang mantém silêncio sobre lançamento fracassado de míssil”

A Coreia do Norte tentou sem sucesso lançar um novo míssil, informou na noite deste sábado (manhã de domingo pelo horário local) o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.

"Se os Estado Unidos se atreverem a optar por uma ação militar, ao clamar por um 'ataque preventivo' ou por 'destruir o nosso quartel-general'", a Coreia do Norte "está pronta para reagir perante qualquer forma de guerra" por Washington, afirmou a agência estatal de notícias norte-coreana KCNA. Na quinta-feira, o presidente Donald Trump já havia dito que o governo de Pyongyang é "um problema que será atendido".

"Há a sensação que um conflito pode eclodir a qualquer momento" na península da Coreia: o aviso foi feito pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da China, o principal aliado de Pyongyang, poucas horas antes do arranque das celebrações do 105.º aniversário do nascimento de Kim Il-sung, o fundador do regime, avançou a Euronews.

Os Estados Unidos teriam sabotado com ciberataques o teste de míssil da Coreia do Norte realizado ontem (15), que acabou falhando.

Dave Benham, porta-voz militar dos Estados Unidos, confirmou o lançamento do míssil, mas que este explodiu quase imediatamente.

O vice-chanceler da Coreia do Norte, Han Song Ryol disse que o governo de Trump é "mais perverso e mais agressivo" que os anteriores. O país, que já realizou cinco testes nucleares nos últimos meses, quer desenvolver um míssil intercontinental capaz de atingir os EUA, o que, segundo Trump, "não vai acontecer". A Coreia do Norte tem sido alvo de várias resoluções da ONU que tentam impedir Pyongyang de adquirir tecnologia nuclear e balística.

Anteriormente, Trump anunciou o envio de um porta-aviões escoltado por três navios lança-mísseis à península coreana, e depois fez referência a uma armada com submarinos.

O comandante do país não falou durante a cerimônia. "Se os EUA fizerem provocações imprudentes contra nós, nossa força revolucionária contra-atacará num instante, com um ataque aniquilador e responderemos a uma guerra total com guerra total e a ataques nucleares com nosso próprio arsenal atômico", disse Choe.



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